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Termos de Uso
Não esperava, agora, a tua vinda. Eu tão despreocupado estava, ainda, Levando a vida como num brinquedo…
A casa era por aqui… Onde? Procuro-a e não acho.
Ó velho sino, ó bronze abençoado, Na alegria e na mágoa companheiro! Tu me recordas o sorrir primeiro Do menino Jesus imaculado.
Nessa esfinge da Vida a verdade se esconde; O espírito concentro e consulto a razão, E uma voz interior, sincera, me responde…
Por que da sua distância Para a minha companhia Não baixava aquela estrela?
Tenta às vezes, porém, nervosa e louca Esquecer por momento a mágoa intensa Arrancando um sorriso à flor da boca. Mas volta logo um negro desconforto…
Mas uma luz que ninguém soube dizer de onde tinha vindo apareceu para clarear o mundo
Desde, Senhora, que cheguei a ver-vos, Ao juízo recusam-se-me os nervos, E sucede-me insólita mudança.
Os astros rumorejam um presságio de noute luminosa E ei-la que assoma – a Louca tenebrosa, branca, emergindo às trevas…
A pena não quer escrever. No entanto ele está cá dentro inquieto…
As borboletas não têm cor nem movimento, Assim como as flores não têm perfume nem cor.
Saio do sono como de uma batalha travada em lugar algum