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Termos de Uso
Espectros dos meus próprios pensamentos, Como um bando levado pelos ventos, arrebatado em vastos turbillhões…
Tudo que a velha Natureza gera Vai sempre rumo do melhor futuro; Ela fecunda com o ânimo seguro De quem muito medita e delibera…
Sempre o contraste! Pássaros cantando Sobre túmulos… flores sobre a face De ascosas águas pútridas boiando…
O rio, surdo e cego à ameaça estranha, Vai correndo, monótono e tranqüilo…
Contudo, um teu olhar É muito mais fogoso, Que a febre epistolar Do teu bilhete ansioso…
Se choras por ser duro, isso é ser brando, Se choras por ser brando, isso é ser duro.
Ela chorava muito e muito, aos cantos, Frenética, com gestos desabridos; Ele, o amante, sereno como os santos, Deitado no sofá, pés aquecidos…
Olho a nobre palmeira, em cujo cimo, a fronde Se agita a farfalhar; e, ora canta e assobia, E a palmeira imperial, humilde, me responde: – Não sou eu! Quem me agita a fronde é a ventania!
Adeus! Adeus! É o fim da Mocidade! Nunca mais! Nunca mais! E era tão linda!
Ela há de, enfim, sentir-se constrangida, Cheia de dor, tremente, alucinada, E há de chorar, chorar enternecida!
Choras, e eu julgo que nas tuas cordas, Choram todas as cordas do Passado!
Dizem que tu és pura como um lírio E mais fria e insensível que o granito, E que eu que passo por aí por favorito Vivo louco de dor e de martírio.