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Termos de Uso
Vê se tem no almanaque, essa menina, como é que termina um grande amor
Vai verter a vida Do corpo Seu, Pra levar a culpa De alguém como eu!
Alongo os olhos, atirando um beijo à forma vaga do teu corpo… E nada!
Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena.
A mim mesmo pergunto, e não atino Com o nome que se dê a essa visão, Que ora amostra ora esconde o meu destino…
Difícil de mandar recado para ela. Não havia e-mail.
Eu não sei que voz seja essa Nos meus ouvidos magoados: Mas guardo a angústia e a certeza De ter os dias contados…
Ah! Cego eu cria, ah! mísero eu sonhava Em mim quase imortal a essência humana.
Maldito seja o cérebro que gera Infâmias tais que em cólera maldigo! Se eu disse tal, que tenha por castigo O beijo de uma sogra ou de uma fera!
caminha assim de lado como se chegando atrasado andasse mais adiante
Nariz, que nunca se acaba; Nariz, que se ele desaba, Fará o mundo infeliz!
Oh! já não é analfabeto, esse inseto, pois sabe escrever o seu nome.