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Termos de Uso
Teus olhos são meus livros. Flores me são teus lábios.
Estende o teu olhar à Natureza, Fita a cúp’la do Céu santa e infinita! Deus é o templo do Bem…
Dá-me a esperança com que o ser mantive! Volve ao amante os olhos, por piedade
Meus tristes ais vão revelando Que peno e morro de amorosas dores… Morro, morro por ti!
Era aquela noite amiga, Noite cristã, berço do Nazareno, Ao relembrar os dias de pequeno…
Bale o cordeiro também: – Em Belém! Mé! Em Belém!
Seja lá como for Por amor Por favor É pra ela voltar
Aos poucos, suavemente, Pendeu os ramos sobre um muro em frente E foi frutificar na vizinhança…
Seguindo pelo rumo do sertão, Quando vires a cruz abandonada, Deixa-a em paz dormir na solidão.
Desejo uma fotografia como esta…
No descomeço era o verbo. Só depois é que veio o delírio do verbo.
E se o que tanto busca só existe em tua limpida loucura – que importa?