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Termos de Uso
Assim repleto de acasos e todo coberto de lágrimas Há um coração
Tranqüila distância em que o amor é saudade e o desejo, constância.
Cantem outros de amor ou rujam de ira. Eu não canto, nem rujo… nem me queixo… e vou…
O povo és tu, sou eu: nós somos povo. E bendigamos a perfeita graça De pertencer à multidão
E teus olhos abertos nos meus fechados. E esta ausência em minha boca: pois bem sei que falar é o mesmo que morrer
Está nascendo um novo líder No morro do pau da bandeira…
O relógio trabalha… E um sorri e outro chora, Nas cavernas, no mar ou nos antros profundos Ou no abismo que assombra e que assusta e apavora…
Tudo isso, minha amiga, mudou… A nossa vida é mesmo passageira…
É tão divina, mística e singela… Parece feita de luar ou neve Ou do estilhaço duma branca estrela
Hoffmânnicas visagens Enchiam meu encéfalo de imagens As mais contraditórias e confusas!
Há um grande silêncio que está sempre à escuta… E a gente se põe a dizer inquietamente qualquer coisa
Trago, de caminhar, os membros lassos, acutilam-me os ventos e as geadas, já não sei o que são noites serenas… Sinto que vais chegar, ouço-te os passos, mas ai!