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Termos de Uso
O convalescente mira. – Que pena, que pena no seu mirar!
Quando eu a conheci, ela trazia Na voz um triste e doloroso acento. Era a cigarra…
E ela, ouvindo os conselhos que eu lhe dava (Quem dá conselhos sempre se consome…) Continuava cantando…
Ausências e cegueiras absolutas ofereces às vespas e às abelhas, e a quem te adora, ó surda e silenciosa, e cega e bela e interminável rosa
Casa assombrada, Onde andam penitentes sombras e ecos de amor, E em que perdura a saudade, presença dos ausentes.
Aroma… Graça… Qualquer coisa infinita… Amor… Pureza…
Até que uma criatura inventou de botar uma corda na cintura.
Mas quem não soluça pensando em teu rosto
Eu tenho um medo Horrível A essas marés montantes do passado
Manoel, isso não é doença, pode muito que você carregue para o resto da vida um certo gosto por nadas… E se riu. (…) Há que apenas saber errar bem o seu idioma.
Matam lábios os beijos em segredo… Afoga-me os suspiros, Marieta! Oh surpresa! Oh! Palor! Oh! Pranto! Oh! Medo!
Com que prazer me desfolhava, já que a vida é tão dolorosa e não te sei dizer mais nada!