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Termos de Uso
O sono transportou-me àquele reino onde não existe vida e eu quedo inerte sem paixão.
Se eu morresse amanhã, viria ao menos Fechar meus olhos minha triste irmã; Minha mãe de saudades morreria Se eu morresse amanhã!
E olho para as flores e sorrio… Não sei se elas me compreendem Nem sei eu as compreendo a elas, Mas sei que a verdade está nelas e em mim
É tudo ilusão de ter passado.
Subiu a construção como se fosse máquina Ergueu no patamar quatro paredes sólidas Tijolo com tijolo num desenho mágico Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Vem-me então à lembrança o pai Yoyô Na ânsia física da última eficácia… E logo a lágrima em meus olhos cai. Ah! Vale mais lembrar-me eu de meu Pai
Sulcando o espaço, devassando a terra, A aeronave que um mistério encerra Vai pelo espaço acompanhando o mundo.
Pego de um pau. Esforços faço. Chego A tocá-lo. Minh’alma se concentra. Que ventre produziu tão feio parto?!
Tô pensando em me jogar de cima da pedra mais alta Vou mergulhar, talvez bater cabeça no fundo Vou dar braçadas, remar todos mares do mundo O medo fica maior de cima da pedra mais alta
Tua palavra, tua história tua verdade fazendo escola e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Os teus cabelos são uns fios d’ouro; teu lindo corpo bálsamos vapora. Ah! não, não fez o céu, gentil pastora, para a glória de amor igual tesouro!
Que pode haver de maior do que o oceano Ou que seja mais forte do que o vento?