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Termos de Uso
São duas flores unidas, São duas rosas nascidas Talvez no mesmo arrebol, Vivendo no mesmo galho, Da mesma gota de orvalho, Do mesmo raio de sol.
Partindo eu disse – “Voltarei! descansa!. . . ” Ela, chorando mais que uma criança, Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”
A gente quer ter voz ativa No nosso destino mandar Mas eis que chega a roda-viva E carrega o destino pra lá
Assim eu quereria o meu último poema. Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
A dança dos encéfalos acesos Começa. A carne é fogo. A alma arde. A espaços As cabeças, as mãos, os pés e os braços Tombara, cedendo à ação de ignotos pesos!
Muita gente infeliz assim não pensa; No entanto o mundo é uma ilusão completa, E não é a Esperança por sentença Este laço que ao mundo nos manieta?
Leve é o pássaro: e a sua sombra voante, mais leve.
Surpreendo-me, sozinho, numa cova. Então meu desvario se renova… Como que, abrindo todos os jazigos, A Morte, em trajes pretos e amarelos, Levanta contra mim grandes cutelos E as baionetas dos dragões antigos!
O pequeno vaga-lume, queimada a sua lanterna, jaz carbonizado e triste e qualquer brisa o carrega
Moça, tão moça e já desventurada; Da desdita ferida pelo espinho, Vai morta em vida assim pelo caminho, No sudário de mágoa sepultada.
Não crê em nada, pois, nada há que traga Consolo à Mágoa, a que só ele assiste. Quer resistir, e quanto mais resiste Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.
O que é que eu posso contra o encanto Desse amor que eu nego tanto Evito tanto(?)…