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Termos de Uso
Neste último sítio de encontros Juntos tateamos Todos à fala esquivos Reunidos na praia do túrgido rio
Esta é a terra morta Esta é a terra do cacto Aqui as imagens de pedra Estão eretas
Que eu demais não me aproxime Do reino de sonho da morte
Nós somos os homens ocos Os homens empalhados Uns nos outros amparados O elmo cheio de nada. Ai de nós!
Que símbolo divino Traz o dia já visto? Na Cruz, que é o Destino, A Rosa que é o Cristo.
Talvez nem a sobre-humana mão que tece o ar e a floresta perturbe alguém que descansa de tão duras controvérsias.
Tu não tens nada de mim eu não tenho nada teu. Tu,piniquim. Eu,ropeu.
Tu, só tu, puro amor, com força crua, Que os corações humanos tanto obriga, Deste causa à molesta morte sua.
Que teorias há para quem sente O cérebro quebrar-se, como um dente Dum pente de mendigo que emigrou?
Numerar sepulturas e carneiros, Reduzir carnes podres a algarismos, Tal é, sem complicados silogismos, A aritmética hedionda dos coveiros!
Vim cantar-te a canção do mundo, mas estás de ouvidos fechados para os meus lábios inexatos, – atento a um canto mais profundo.
É tudo quanto sinto, um desconcerto; da alma um fogo me sai, da vista um rio; agora espero, agora desconfio, agora desvario, agora acerto.