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Termos de Uso
Andamos em silêncio pela praia. Nos corpos leves e lavados ia O sentimento do prazer cumprido.
Ignoro tudo. Quando alguém diz que sabe alguma coisa, fico perplexa: ou estará enganado, ou é um farsante
O adeus, o teu adeus, minha saudade, Fazem que insano do viver me prive E tenha os olhos meus na escuridade.
Hoje eu saio na noite vazia, numa boemia sem razão de ser Na rotina dos bares, que apesar dos pesares me trazem você
Não foi desejo ou imprudência: não foi nada.
Não me culpeis a mim de amar-vos tanto, mas a vós mesma e à vossa formosura
Seja meu livro então minha eloqüência, Arauto mudo do que diz meu peito
Ouço as olaias rindo desgrenhadas… Tombam astros em fogo, astros dementes. E do luar os beijos languescentes São pedaços de prata p’las estradas…
Se meu crime provém da natureza, quem de ser deixará réu, criminoso?
Pede ao Deus que, apesar das tuas dores, ainda persiste a castigar teu filho, que eu não morra a sofrer, como hoje vivo…
Uma roda de céu ondulando se alarga, Digamos que é o mar: como o rápido canto Ou apenas o eco, desenha no vazio irrespirável O movimento de asas.
Serei tal qual pareço em mim? Serei Tal qual me julgo verdadeiramente?