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Termos de Uso
Vinha trazer às rosas o primeiro Beijo do Sol, nessa manhã tão fria! Um dia foi-se e não voltou…
Observo, ó Pai, a tua arquitetura. Este corpo não admite o peso da cabeça… Tudo se expande num sentido amargo.
Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda Brilha, porque alta vive.
Morre! Tudo é tão pouco! Nada se sabe, tudo se imagina.
Se tudo neste instante está acabado, Tanto importa o não ser, como haver sido.
Suave é viver só. Grande e nobre é sempre Viver simplesmente. Deixa a dor nas aras Como ex-voto aos deuses.
Porém, como em casos tais Ando já visto e corrente, Sem outros certos sinais, Quanto me ela jura mais, Tanto mais cuido que mente.
Evitas meu olhar inquiridor Fugindo, aos meus dois olhos vermelhos, Porque já te falece algum valor Para enfrentar o tédio dos espelhos.
“Rasgue a água hórrida a nau árdega e singre-me!” E a verticalidade da Escada íngreme: “Homem, já transpuseste os meus degraus?!”
É terrível pensar que a morte está Não apenas no fim, mas no princípio Dos elementos vivos da criação.
Amo-te, ó rude e doloroso idioma
Aqui estou, junto à tempestade chorando como uma criança que viu que não eram verdade o seu sonho e a sua esperança.