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Seja lá como for Por amor Por favor É pra ela voltar
São de náufragos mil estes acentos, Estes gemidos, este aiar insano…
Aos poucos, suavemente, Pendeu os ramos sobre um muro em frente E foi frutificar na vizinhança…
Seus gestos são os mesmos gestos de outras datas, dentro de outras raças, longe, noutros templos.
Seguindo pelo rumo do sertão, Quando vires a cruz abandonada, Deixa-a em paz dormir na solidão.
Os barcos nesta noite não arquejam, são mudos na verdade do silêncio.
Na valsa tão falsa, corrias, fugias, Ardente, contente, tranqüila, serena, Sem pena de mim!
E invades, como um sonho, a imensa altura, – Ultima a receber o adeus do dia, Primeira a ter a bênção das estrelas!
Desejo uma fotografia como esta…
Pois sabem que há uma fonte Oculta nas areias…
No descomeço era o verbo. Só depois é que veio o delírio do verbo.
Quanta vez o que resta é essa frágil chave perdida na algibeira da infância