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Termos de Uso
Ah! Cego eu cria, ah! mísero eu sonhava Em mim quase imortal a essência humana.
Maldito seja o cérebro que gera Infâmias tais que em cólera maldigo! Se eu disse tal, que tenha por castigo O beijo de uma sogra ou de uma fera!
caminha assim de lado como se chegando atrasado andasse mais adiante
Nariz, que nunca se acaba; Nariz, que se ele desaba, Fará o mundo infeliz!
Oh! já não é analfabeto, esse inseto, pois sabe escrever o seu nome.
Mesmo que você fuja de mim Por labirintos e alçapões Saiba que os poetas como os cegos Podem ver na escuridão
A isca avista, ferra-a inconsciente, Ficando o pobre peixe de repente, Preso ao anzol do pescador ladino.
quando olho nos olhos sei quando uma pessoa está por dentro ou está por fora
Solto gemidos, lágrimas derramo. Razão, de que me serve o teu socorro?
Problemas não se resolvem: Problemas têm família grande…
Um homem pálido magro de cabelo escorrendo nos olhos, Depois de fazer uma pele com a borracha do dia, Faz pouco se deitou…
Eu penso em minha gente E sinto assim todo o meu peito se apertar…