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Termos de Uso
Adeus! Adeus! É o fim da Mocidade! Nunca mais! Nunca mais! E era tão linda!
Ela há de, enfim, sentir-se constrangida, Cheia de dor, tremente, alucinada, E há de chorar, chorar enternecida!
Choras, e eu julgo que nas tuas cordas, Choram todas as cordas do Passado!
Dizem que tu és pura como um lírio E mais fria e insensível que o granito, E que eu que passo por aí por favorito Vivo louco de dor e de martírio.
Vê se tem no almanaque, essa menina, como é que termina um grande amor
Vai verter a vida Do corpo Seu, Pra levar a culpa De alguém como eu!
Alongo os olhos, atirando um beijo à forma vaga do teu corpo… E nada!
Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena.
Ó breve deusa de silêncio que na face da noite corres como a dor pelo pensamento
A mim mesmo pergunto, e não atino Com o nome que se dê a essa visão, Que ora amostra ora esconde o meu destino…
Difícil de mandar recado para ela. Não havia e-mail.
Eu não sei que voz seja essa Nos meus ouvidos magoados: Mas guardo a angústia e a certeza De ter os dias contados…