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Termos de Uso
Os astros rumorejam um presságio de noute luminosa E ei-la que assoma – a Louca tenebrosa, branca, emergindo às trevas…
A pena não quer escrever. No entanto ele está cá dentro inquieto…
As borboletas não têm cor nem movimento, Assim como as flores não têm perfume nem cor.
Saio do sono como de uma batalha travada em lugar algum
Hoje eu queria estar entre as nuvens, na velocidade das nuvens, na sua fragilidade, na sua docilidade de ser e deixar de ser. Livremente.
O meu tempo e o teu, amada, transcendem qualquer medida. Além do amor, não há nada, amar é o sumo da vida.
Erma, cheia de tédio e de quebranto, Rompendo os diques ao represo pranto, Virou-se para Deus minha alma triste!
Ó cinérea Princesa, é muito densa do mundo humano a trama das neblinas… A floresta do absurdo é negra, é imensa, e as sibilas se escondem, repentinas.
As vossas flores ficarão para sempre mais perfeitas, já que o tempo extinguiu brilhos e cores;
Mas quem é Que não se abrasa de esperança e fé, Ante esta voz que o sonho acordará?
Da mesma forma aquela sentença: “A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar.” Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada, o anzol, a chumbada, a isca…
Ninguém sabe de que forma desta vez a necessidade se manifestará: Ninguém sabe.