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Termos de Uso
Renasce em ti mesmo
A casa era por aqui… Onde? Procuro-a e não acho.
uma divina música serena
Ó velho sino, ó bronze abençoado, Na alegria e na mágoa companheiro! Tu me recordas o sorrir primeiro Do menino Jesus imaculado.
Não corras, ó meu navio Navega mais devagar
Nessa esfinge da Vida a verdade se esconde; O espírito concentro e consulto a razão, E uma voz interior, sincera, me responde…
Quem eu pudera ter sido, que é dele? Entre ódios pequenos de mim, Estou de mim partido.
Por que da sua distância Para a minha companhia Não baixava aquela estrela?
Tenta às vezes, porém, nervosa e louca Esquecer por momento a mágoa intensa Arrancando um sorriso à flor da boca. Mas volta logo um negro desconforto…
Mas uma luz que ninguém soube dizer de onde tinha vindo apareceu para clarear o mundo
Nunca ninguém tão firme combateu Da humanidade todas as torturas.
Desde, Senhora, que cheguei a ver-vos, Ao juízo recusam-se-me os nervos, E sucede-me insólita mudança.