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Termos de Uso
Quando eu morrer quero ficar, Não contem aos meus inimigos, Sepultado em minha cidade.
Mas o bom negro e o bom branco Da Nação Brasileira Dizem todos os dias Deixa disso camarada
Ninguém nota em seu marchar volante, A estupidez que este animal encerra.
Bem depressa Não atrasa Não demora
O coração é o colibri dourado
Teus olhos são meus livros. Flores me são teus lábios.
Estende o teu olhar à Natureza, Fita a cúp’la do Céu santa e infinita! Deus é o templo do Bem…
Dá-me a esperança com que o ser mantive! Volve ao amante os olhos, por piedade
Meus tristes ais vão revelando Que peno e morro de amorosas dores… Morro, morro por ti!
Era aquela noite amiga, Noite cristã, berço do Nazareno, Ao relembrar os dias de pequeno…
Bale o cordeiro também: – Em Belém! Mé! Em Belém!
É estranho que, depois de morto, rompidos os esteios da alma e descaminhado o corpo, homem, tenhas reino mais alto.