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Termos de Uso
E o chão, sob os seus passos murmurando, Segue-a de um hino, de rumor de festa…
E teus olhos abertos nos meus fechados. E esta ausência em minha boca: pois bem sei que falar é o mesmo que morrer
Sinto o roçar das asas Amarelas e escuto essas Canções encantatórias que tento, em vão, de mim desapossar.
Penetra surdamente no reino das palavras. Lá estão os poemas que esperam ser escritos. Estão paralisados, mas não há desespero
Pois formas tão perfeitas de beleza Vêm do fulgor das trevas.
Está nascendo um novo líder No morro do pau da bandeira…
Estas as figurações do sonho: uma placa de prata e um nome inscrito, hoje apagado, gravado há muito, muito tempo. E só.
O relógio trabalha… E um sorri e outro chora, Nas cavernas, no mar ou nos antros profundos Ou no abismo que assombra e que assusta e apavora…
Ouço que a natureza é uma lauda eterna de pompa, de fulgor, de movimento e lida…
Mostro que o não padeço, e sei que o sinto. O mal, que fora encubro, ou que desminto, Dentro no coração é que o sustento
Jogos da luz dançando na folhagem! Do que eu ia escrever até me esqueço…
Tudo isso, minha amiga, mudou… A nossa vida é mesmo passageira…