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Não posso ver a palavra andarilho que eu não tenha vontade de dormir debaixo de uma árvore.
Vai a Névoa, a bruxa silenciosa, Transformando a Cidade, mais e mais, Nessa Londres longínqua…
“Que fazer, para ser como os felizes?” -Ama! “Que fazer, para ser bom?” -Perdoa!
Tu caíste em estado de poesia: O mal sagrado! Que remédio havia?!
Se homem sou E, se entre os homens vivo, Vivo do erro sujeito à humana lei
Ó, velhas rimas! É acabar com elas! Mas o Outono apanha-as…
Pátria, latejo em ti, no teu lenho, por onde Circulo! e sou perfume, e sombra, e sol, e orvalho!
Há tantos anos de tão longe venho Que nem me lembro de mais nada agora!
A colear, viscosa e lenta, O seu aspecto as vistas afugenta E de tocá-la a gente se arreceia.
E em vão, nos versos que tu lias tanto, Inda procuro a tua voz perdida…
Recolhido o anzol da mandíbula, a aranha Ansiosa espera e atrai o amante de um minuto…
Esquecido que vou morrer enfim, Eu me distraio a construir castelos… Tão altos sempre…