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Termos de Uso
Então – Proscrito e sozinho – Eu solto aos ecos da serra Suspiros dessa saudade
Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula: -Paz no futuro e glória no passado.
Aqui quem só perdeu Quem sabe só ganhou Um dia todos saberão
Podemos então dizer que somos livres, com a paz e o sorriso de quem se reconhece e viajou à roda do mundo infatigável, porque mordeu a alma até aos ossos dela.
Para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos.
O teu sorriso é delírio… És alva da cor do lírio, és clara da cor da neve!
Cristos ideais, serenos, luminosos, Ensangüentados Cristos dolorosos Cuja cabeça a Dor e a Luz retrata.
Ninguém venha me dar vida, que estou morrendo de amor
Eu sei…. O mundo é um lodaçal perdido Cujo sol (quem mo dera!) é o dinheiro….
Eu sou como a andorinha… Ergui meu vôo Sobre as asas gentis da fantasia. A descrença nublou-me o céu da vida… E a crença estrebuchou numa agonia.
O que não tem certeza nem nunca terá O que não tem conserto nem nunca terá O que não tem tamanho
Se eu morresse amanhã, viria ao menos Fechar meus olhos minha triste irmã; Minha mãe de saudades morreria Se eu morresse amanhã!