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Termos de Uso
A vós, pregados pés, por não deixar-me, A vós, sangue vertido, para ungir-me, A vós, cabeça baixa, p’ra chamar-me A vós, lado patente, quero unir-me
Haverá quem nisso creia?
Mas, meu Amor, eu não te digo ainda… Que a boca da mulher é sempre linda Se dentro guarda um verso que não diz!
Uma estrada, um leito, uma casa, um companheiro. Tudo de pedra.
Lições da pedra [de fora para dentro, Cartilha muda], para quem soletrá-la.
Talvez mesmo que algum desses brejeiros Te diga que assim é, que os dessa gente Não são lá dos heróis mais verdadeiros.
Partindo eu disse – “Voltarei! descansa!. . . ” Ela, chorando mais que uma criança, Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”
A gente quer ter voz ativa No nosso destino mandar Mas eis que chega a roda-viva E carrega o destino pra lá
Assim eu quereria o meu último poema. Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Leve é o pássaro: e a sua sombra voante, mais leve.
O pequeno vaga-lume, queimada a sua lanterna, jaz carbonizado e triste e qualquer brisa o carrega
O que é que eu posso contra o encanto Desse amor que eu nego tanto Evito tanto(?)…