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Casa onde não mora ninguém, e eu batendo e chamando Pela dor de chamar e não ser escutado. Simplesmente bater.
É claro que te amo E tenho tudo para ser feliz
Eu não tinha estas mãos sem força, Tão paradas e frias e mortas; Eu não tinha este coração Que nem se mostra.
Na volta escura da escada. O Anjo disse o meu nome.
Meu coração, coisa de aço, Começa a achar um cansaço Esta procura de espaço Para o desenho da vida.
Não cantes. A praça cheia torna-se escura e subterrânea. E meu nome se escuta a si mesmo, triste e falso.
Somente a Ingratidão – esta pantera – Foi tua companheira inseparável! Acostuma-te à lama que te espera!
Estes meus tristes pensamentos Vieram de estrelas desfolhadas Pela boca brusca dos ventos?
Esperarei pelo tempo Com suas conquistas áridas.
Com uma palavra tão doce, de maneira tão serena, que até Deus pensou que fosse felicidade – e não pena.
Busque Amor novas artes, novo engenho Pera matar-me, e novas esquivanças, Que não pode tirar-me as esperanças, Que mal me tirará o que eu não tenho.
Mas porém se acontecesse De São Pedro não abrisse A porta do céu E fosse de dizer qualquer tolice