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Termos de Uso
Deixa em paz os passarinhos Deixa em paz a mim!
Espera! até que o dia resplandeça, Aquece-me com a tua mocidade!
Eu ouso dizer que a vida Foi o bem precioso que eu adorei. Foi meu pecado…
E essa futura Ultrafatalidade de ossatura, A que nos acharemos reduzidos!
Eu estava dormindo e me acordaram
Quem o molde achará para a expressão de tudo? Ai! quem há de dizer as ânsias infinitas Do sonho?
Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim.
Foi-se-me pouco a pouco amortecendo a luz que nesta vida me guiava
Eu fico, junto à correnteza, Olhando as horas tão breves…
Não tinham luz de brilhar. Era chama de queimar
Fosse possível ser a imagem dela Depois de tantas mágoas esquecida!…
e, desta lida, em que busco – pouco a pouco – minha eterna semelhança, no final, que restará?