Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência. Ao clicar em "Aceito", entendemos que você concorda com isto.
Termos de Uso
No retrato da parede, o olhar do avô indaga: – para quê?
É a despedida, que me encanta, quando te desprendes ao vento, fiel à queda
Ninguém te viu o sentimento inquieto, magoado, oculto e aterrador, secreto, que o coração te apunhalou no mundo.
Deve – forçosamente – a qualquer instante formar-se, pobre amigo, uma bolha de tempo nessa Eternidade…
Estou sem eternidades. Não posso mais saber quando amanheço ontem.
Minha mãe custa a acordar a sala Fujo de mim, na última quadra
Nem se engane nenhuma criatura, que não pode nenhum impedimento fugir…
Oh, como não me alegra ter este coração de pedra! Dizei por que assim me fizestes, vós todos…
Sede assim qualquer coisa serena, isenta, fiel.
Pecador indomável, nunca insulto A primavera que já vai distante. Sentindo a flama quase adormecida, Apelo para uma última vitória, E ardo…
Dormi-lhe no peito frio de um sono sem sonhos, Mas a carne no desvario da manhã, Roubou-me a paz.
Sou aquela que passa e ninguém vê… Sou a que chamam triste sem o ser… Sou a que chora sem saber porquê…