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O silêncio por tudo… Apenas, alta noite, uma sombra de leve Agita-se a tremer nas trevas de veludo…
Sonhar é acordar-se para dentro:
Mais claro e fino do que as finas pratas o som da tua voz deliciava…
E quando mais no céu eu vou sonhando, E quando mais no alto ando voando, Acordo do meu sonho…
A vida é um sonho vão que a vida leva Cheio de dores tristemente mansas.
Não sinto onde é que estou, nem se estou. Não sei nada. Nem ódio, nem amor. Tédio? Melancolia.
Depois, para possuir-te, de verdade, terra eu quisera ser!… E disputar-te…
A chuva chove mansamente… como um sono que tranqüilize, pacifique, resserene… A chuva chove mansamente… Que abandono!
A única entre todas a quem dei Os carinhos que nunca a outra daria. Essa mulher…
O convalescente mira. – Que pena, que pena no seu mirar!
Quando eu a conheci, ela trazia Na voz um triste e doloroso acento. Era a cigarra…
E ela, ouvindo os conselhos que eu lhe dava (Quem dá conselhos sempre se consome…) Continuava cantando…