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Termos de Uso
Têm memória de água e vento e – além dos mundos desvairados – do silêncio, o etéreo silêncio!
Olhos ternos azuis, Ao ver-vos cheios d’água, Eu padeço também…
perdi meu vôo nas grades de seu peito
Bem triste e bem cruel decerto foi o ente Que este Saara atroz – sem aura, sem manhã, A Álgebra criou…
Sim, desde menino, Meus olhos se abriam insones como flores no escuro
E era o sol que os longes deslumbrava Igual a tanto sol que me fugiu! Passei a vida a amar e a esquecer…
e ela resiste, no isolamento
Cuidei de me salvar, mas foi em vão, Que contra o Céu não há defensa humana.
Se há estrelas no céu, refleti-las.
Jaz aos pés do tremendo, estígio nume, O carrancudo, o rábido Ciúme!
Um grande recolhimento Preside neste momento Todas as forças do Mundo
Eu sei lá bem quem sou? Um fogo-fátuo, uma miragem… Sou um reflexo… Um canto de paisagem, ou apenas cenário!