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Termos de Uso
E eu vos direi: “Amai para entendê-las!”
Cada seduzida foi um ludíbrio à tua essência. Em tais amores não encontraste nunca o sentido da vida.
Eu não sei, no que emprendo, e no que lido, Se triunfo o respeito, se o cuidado. Porém, vença o mais forte sentimento…
Venci a deusa. Então, ciumenta da vitória, Ela não ma perdoou: vingou-se e fez-me aranha!
Tirem-me o manto, deixem-me desnudo, Mas não me tirem da alma esta saudade!
Aqui, sob esta pedra, onde o orvalho roreja, Repousa, embalsamado em óleos vegetais, O alvo corpo de quem, como uma ave que adeja, Dançava descuidosa, e hoje não dança mais…
Um dia veio, em que a descrença o aspeito Mudou de tudo: em túrbidas enchentes, A água um manto de lodo e trevas feito Estendeu pelas veigas recendentes.
Que é de ti mundo? onde tens parado? Se tudo neste instante está acabado, Tanto importa o não ser, como haver sido.
Água! Sangue da terra! Religião… Há na tua bondade humana e leal, Quando a roda maior moves do Engenho, Qualquer bafejo sobrenatural…
Ó caos confuso, labirinto horrendo, Onde não topo luz, nem fio achando; Lugar de glória, aonde estou penando; Casa da morte, aonde estou vivendo!
mais longo ainda é o caminho a percorrer
Hoje, que vivo desse amor ansioso E és minha – és minha, extraordinária sorte, Hoje eu sou triste sendo tão ditoso!