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Termos de Uso
De quem me valerei, se não me valho De ti, que tens a chave dos destinos Em que arderam meus sonhos cristalinos?
Dentro da alma aflita via Deus – essa mônada esquisita – Coordenando e animando tudo aquilo!
Tu, cearense musa, que os amores Meigos e tristes, rústicos e breves, Da indiana escreveste, – ora os escreves No volume dos pátrios esplendores.
Sobre as águas, arfando, uma breve jangada passa. Tão frágil! Deus a leve, onde ela vá.
Misericordiosíssimo carneiro esquartejado, a maldição de Pio Décimo caia em teu algoz sombrio!
E nos olhos azuis cheios de vida Lânguido véu de involuntário pranto! É esse o talismã, é essa a Armida, O condão de meus últimos encantos…
Acostumei-me assim, pois, a sofrer E acostumado a assim sofrer, existo…
Fosse mágoa ou saudade, Tu olhavas, sem ver, os vales e a cidade. – Foi então que senti sorrir o meu desgosto…
Amo o coveiro – este ladrão comum Que arrasta a gente para o cemitério! É o transcendentalíssimo mistério!
Aqui venho e virei, pobre querida, Trazer-te o coração do companheiro.
O amor da Humanidade é uma mentira. É. E é por isto que na minha lira De amores fúteis poucas vezes falo.
A grande distância que entre nós estiver Lembrança de ti não me fará perder. Faz que tua alma a distância também vença!