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Termos de Uso
Quantas meninas pela vida afora! E eu alinhando no papel as fortunas dos outros.
Riqueza da alma, psíquico tesouro, Alegria das glândulas do choro De onde todas as lágrimas emanam… És suprema!
Porém, se acaba o Sol, por que nascia? Se é tão formosa a Luz, por que não dura?
se alice ali se visse quanto alice viu e não disse…
A queda do teu lírico arrabil De um sentimento português ignoto Lembra Lisboa…
Fatigados caminhos refazemos Da outrora máquina da mineração. É nossa própria forma, o frio molde Que maduros tentamos atingir…
Que és terra, homem, e em terra hás de tornar-te, Te lembra hoje Deus por sua Igreja; De pó te faz espelho, em que se veja A vil matéria, de que quis formar-te.
Apagar-me diluir-me desmanchar-me…
Montes contempladores, circunscritos Entre cinza e castanho, o olhar domado Recolhe vosso espectro permanente.
No entanto dizem que este padre amara. Morrera um dia desvairado, estulto…
De uma falsa esperança fantasia, Que faz que de um momento passe a um dia, E que de um dia passe à eternidade!
Ouço balidos pelo mundo inteiro: Matam o cordeiro branco redentor.