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Termos de Uso
Até parece que a cidade inteira Sob a garoa adormeceu sonhando…
Os soldados de amianto, à chama indiferentes, Contra a cratera em fogo, investem sem demora.
Mestre querido! Viverás, enquanto Houver quem pulse o mágico instrumento, E preze a língua que prezavas tanto
Este eterno viver insatisfeito Tudo isso mostra bem Que a mente humana em dúvidas se abisma.
Talvez uma visão resplandecente Lhe amostrou no futuro A sonorosa tuba…
Mas nesta rua há um operário triste: Ele trabalha silenciosamente…
E sentes alta noite no teu leito Minh’alma na tua alma repousando, Repousando meu peito no teu peito…
Tu que também o Purgatório andaste, Tu que rompeste os círculos do Inferno, Camões!
Não esperes achar compensações na terra: Se fizeres o bem, prêmio nenhum terás. Mas não culpes ninguém. É a vida. Aceita a vida…
E sei apenas do meu próprio mal, Que não é bem ou mal de toda a gente.
A névoa cresce, e, em grupos repartida, Enche os ares de sombras vaporosas: Sombras errantes…
Que cantou ele? A vossa mesma raça. De que modo? Na lira alta e potente.