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Termos de Uso
Eu sei e você sabe Já que a vida quis assim Que nada nesse mundo levará você de mim
No fio da respiração, rola a minha vida monótona, rola o peso do meu coração.
– E, de salas interiores, por altíssimas janelas, descobrem coisas mais belas, rindo-se dos professores…
Abri meus braços para alcançar-te: fechei meus braços, – não tinha nada!
Não é fácil viver entre os insanos, Erra, quem presumir, que sabe tudo, Se o atalho não soube dos seus danos.
Depois de escrever, leio… Por que escrevi isto? Onde fui buscar isto?
O Veneno, sorvido, é vício O livro, lido, existe
Eu deixo a vida como deixa o tédio Do deserto o poento caminheiro; Como as horas de um longo pesadelo, Que se desfaz ao dobre de um sineiro
Sossega, coração! Não desesperes! Talvez um dia, para além dos dias, Encontres o que queres porque o queres.
Sentir, sem que se veja, a quem se adora, Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos, Segui-la, sem poder fitar seus olhos, Amá-la, sem ousar dizer que amamos
Mas oh não se esqueçam Da rosa da rosa Da rosa de Hiroxima
Misérrimo! Votei meus pobres dias À sina doida de um amor sem fruto…