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Termos de Uso
Pobres notas únicas
É o costume de viver Que nos faz ir vivendo para a frente
Tens o aspecto do pássaro maldito, Que em sânie de cadáveres se ceva!
Sinto uma dor infinita Das ruas de Porto Alegre Onde jamais passarei…
Não é maior o coração que a alma Nem melhor a presença que a saudade
Nos dias quotidianos É que se passam Os anos.
Ideais da velha crença sonhadora; Poemas tangidos da chorosa lira (Que mais chorara se ditosa fora); Por tanta coisa essa alma ainda suspira!
Eles não têm pouso nem porto alimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.
Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada, com o teu passo leve, com esses teus cabelos… E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender nada, numa alegria atônita…
Impossível compor um poema a essa altura da evolução da humanidade. Impossível escrever um poema – uma linha que seja – de verdadeira poesia.
Mas, ai das tuas invenções supernas! Vivemos como os homens das cavernas
Se males faz Amor, em mim se vêem; Em mim mostrando todo o seu rigor, Ao mundo quis mostrar quanto podia. Mas todas suas iras são de amor;