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Termos de Uso
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada! Pois dessa mão avaramente adunca Não haverão de arracar a luz sagrada!
Ter saudade é viver passadas vidas, Percorrendo paragens preferidas, Ouvindo vozes que se têm de cor.
Na confusão do mais horrendo dia, Painel da noite em tempestade brava, O fogo com o ar se embaraçava Da terra e água o ser se confundia.
Vestido de hidrogênio incandescente, Vaguei um século, improficuamente, Pelas monotonias siderais…
Choras, sem compreenderes que a saudade É um bem maior do que a felicidade
Pobres notas únicas
É o costume de viver Que nos faz ir vivendo para a frente
Tens o aspecto do pássaro maldito, Que em sânie de cadáveres se ceva!
Sinto uma dor infinita Das ruas de Porto Alegre Onde jamais passarei…
Não é maior o coração que a alma Nem melhor a presença que a saudade
Nos dias quotidianos É que se passam Os anos.
Ideais da velha crença sonhadora; Poemas tangidos da chorosa lira (Que mais chorara se ditosa fora); Por tanta coisa essa alma ainda suspira!