Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência. Ao clicar em "Aceito", entendemos que você concorda com isto.
Termos de Uso
A grande distância que entre nós estiver Lembrança de ti não me fará perder. Faz que tua alma a distância também vença!
Ah! todos os fenômenos do solo Parecem realizar de polo a polo O ideal de Anaximandro de Mileto!
Espadas frias, nítidas espadas, duras viseiras já sem perspectiva, cetro sem mãos, coroa já não viva…
me explica por que que um olhar de piedade cravado na condição humana não brilha mais que anúncio luminoso?
Fontes… cisternas… Enigmáticas campas medievais… Jardins de Espanha… catedrais eternas… Berço vindo do Céu à minha porta…
Que resta do esplendor de outrora? Quase nada: Pedras… templos que são fantasmas ao sol-posto.
Vá revolvendo a terra, o mar e o vento, Que eu só em humilde estado me contento
O amor que se tornou funesto e amargurado sepultas no silêncio…
Eu rio-me de vós e cravo-vos as setas ardentes do olhar
Precisamos velar Falar baixo, pisar leve, ver A noite dormir em silêncio.
– Linfa que escorre do materno veio, Só teu leite o teu filho satisfaz! Tiveste a glória da Maternidade, Prêmio, bênção divina do Senhor!
Vi tesouros sem conta: entre as umbrosas Selvas, o ouro encontrei, e o ônix, e as frias Turquesas, e esmeraldas luminosas…